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Artrose incide principalmente nas articulações dos joelhos, quadris, coluna, mãos e dedos

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A palavra artrose vem do grego artros – articulação – e do latim ose, desgaste. Trata-se do desgaste natural da cartilagem que revesse as nossas articulações ou juntas.

É uma doença reumática que, com o passar dos anos e natural envelhecimento, todos vamos ter. “A artrose é uma das doenças reumáticas mais comuns. A doença incide principalmente nas articulações dos joelhos, coluna, quadril, mãos e dedos e acomete homens e mulheres.

É um erro pensar que apenas pessoas da terceira idade têm artrose. Seus sintomas característicos são dor, diminuição dos movimentos, ruído na articulação, as chamadas crepitações, inchaços e até deformidades”, explica o reumatologista Camilo Tubino, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.

Segundo ele, ao menor sinal de dor nas articulações, um médicos Reumatologista ou fisiatra deve ser procurado. “Quanto mais cedo começarmos a tratar, melhor será o resultado.

Temos um tempo de desenvolvimento musculoesquelético e quando atingimos o auge desse tempo, por volta dos 28 anos, um processo de desgaste articular silencioso se inicia. Obviamente que algumas condições podem intensificar esse processo, como traumas, sobrepeso, vícios de postura e se submetemos nossas articulações a um estresse precoce, como na prática de esportes em nível competitivo”, explica o Dr. Camilo.

O tratamento busca o alivio da dor e a mobilidade articular

O tratamento da artrose é realizado buscando alivio da dor e da mobilidade articular, e pode se utilizar medicamentos que são capazes de retardar o processo e amenizar os sintomas. Também deve ser feita atividade física orientada. “No CREB utilizamos protocolos, com muito sucesso que incluem acupuntura, hidroterapia, pilates terapêutico e RPG, associados à fisioterapia”, afirma o médico, pontuando que aqueles que têm sobrepeso precisam necessariamente emagrecer.


Estresse pode gerar dor na coluna e angústia

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O estresse emocional ser um dos causadores das dores na coluna. Por isso, é preciso estar alerta sobre a forma como absorvemos, agimos e reagimos a situações no cotidiano. A dica é da psicóloga Daniela Maleh, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortope...

O estresse emocional ser um dos causadores das dores na coluna. Por isso, é preciso estar alerta sobre a forma como absorvemos, agimos e reagimos a situações no cotidiano. A dica é da psicóloga Daniela Maleh, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo. Segundo ela, o estresse emocional pode ser de qualquer tipo e grau e afetar a coluna, gerando dor, possíveis limitações e angústias.

Saúde emocional é tão importante como cuidar do físico

– Muitas vezes uma situação traumática para um pode ser apenas um evento passageiro para outro. As pessoas reagem diferentemente uma das outras. Mas quando nos estressamos, seja por conta de uma briga com alguém querido ou uma situação profissional, por exemplo, esse estresse pode gerar um sofrimento posterior grande. E este sofrimento poderá aparecer de diversas formas, sendo uma delas as dores no corpo e em especial a dor na coluna – explica a psicóloga.

O CREB é a única clínica de reumatologia e ortopedia que oferece gratuitamente aconselhamento psicológico para seus pacientes. A psicologia ajuda muito no tratamento porque o paciente se sente escutado e amparado.

– Cuidar da saúde emocional é tão importante como cuidar do físico. A terapia ajuda a pessoa a se perceber e entender como funciona, para posteriormente poder chegar aonde pretende. Com esse entendimento, o CREB procura oferecer qualidade de tratamento com o diagnóstico clínico, a reabilitação física necessária e o apoio emocional. Você pode viver bem, feliz e sem dor – finaliza ela.


Fisioterapia neonatal e pediátrica permite um melhor desenvolvimento das habilidades orgânicas

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Promover e manter adequada a função respiratória; estimular a atividade neural e preservar neurônios; melhorar a redistribuição do fluxo sanguíneo; gerar experiência de movimento normal e organizado e Interferir no tônus /fortalecimento muscular. Ess...

Promover e manter adequada a função respiratória; estimular a atividade neural e preservar neurônios; melhorar a redistribuição do fluxo sanguíneo; gerar experiência de movimento normal e organizado e Interferir no tônus /fortalecimento muscular. Esses são os principais objetivos da fisioterapia neonatal e pediátrica, que realiza abordagens terapêuticas específicas para crianças de cada faixa etária, com base nas características e vulnerabilidades de cada sistema, adaptando o organismo às influências do programa genético e dos fatores epigenéticos.

“Por meio do acompanhamento fisioterapêutico, a criança é exposta a adequadas intervenções – respiratória, cardiovascular, musculoesquelética, neuromotora – que garantem alterações estruturais celulares e, perceptuais, motoras, cognitivas e sociais”, explica Bruna Túlio da Costa, fisioterapeuta do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, onde a especialidade é oferecida. Segundo ela, “os cuidados voltados para o desenvolvimento de alta qualidade promovem o melhor crescimento e desenvolvimento da criança”.

O atendimento deve ser individualizado

A fisioterapeuta Luciana Mattoso Vitola, também do CREB, acrescenta que o atendimento deve ser individualizado, gentil, realizado de forma terapêutica e preventiva, com combinações entre tempo, intensidade, duração, frequência, ritmo e intervenções no ambiente físico (som, iluminação). “A palavra chave é “organização, por refletir a habilidade da criança em estabelecer um nível de funcionamento integrado entre os sistemas fisiológicos e comportamentais e objetivar a prevenção de distúrbios do desenvolvimento. Esses distúrbios podem impactar substancialmente a qualidade de vida da criança e de sua família e/ou gerar déficits no desempenho intelectual e educacional com repercussões futuras. Para garantirmos essa “organização”, é preciso estar sempre atento aos sinais de aproximação e de retraimento da criança, a fim de minimizar o gasto de energia e permitir que ela própria “defina o passo” dos seus cuidados”, diz ela, lembrando que por meio desses sinais, são planejadas as estratégias de tratamento.

“A fisioterapia neonatal e pediátrica previne e corrige deformidades musculoesqueléticas; melhora a qualidade do estado de consciência, ajudando na auto regulação; promove a integração da criança com o meio ambiente e seus familiares; favorece a estabilidade clínica; e ajuda a diminuir o tempo de internação”, finaliza ela.



Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:

  • BARRA DA TIJUCA:   Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
  • BOTAFOGO:   Rua Voluntários da Pátria, 408
  • COPACABANA:   Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
  • LEBLON:   Av. Ataulfo de Paiva, 355
  • MÉIER:   Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier

Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:

  • SANTO AMARO:   Av. Santo Amaro, 5702
  • INTERLAGOS:   Av. Interlagos, 2255 - âncora SS03 - Shopping Interlagos
  • TATUAPÉ:   Rua Apucarana, 1619